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Parte do trabalho de um bom administrador de condomínio e/ou síndico é lidar com desentendimentos entre os moradores. Isso significa que o gestor precisa estar preparado para enfrentar a situação com um bom plano de resolução de conflitos em condomínios, afinal, isso ajudará a resolver o impasse de modo eficiente, duradouro e justo para todos os envolvidos.

Contudo, uma solução de conflitos bem-sucedida também depende de como o mediador se comporta perante o problema.

Para que tudo corra bem, é importante que o síndico adote uma postura imparcial e foque nos interesses dos envolvidos. Além disso, ele deve tomar algumas medidas para resolver a questão de forma eficaz. Confira a seguir quais são elas!

1. Apuração

O primeiro passo na gestão de conflitos é descobrir os fatos sobre o evento. Isso engloba investigar a natureza e a origem do conflito, além de identificar os envolvidos. Então, é necessário conversar individualmente com cada um para ouvir possíveis versões da história.

Vale ressaltar que o mediador deve sempre praticar uma escuta empática e prestar atenção de forma cuidadosa a cada relato.

Evite focar nas reclamações e procure identificar a causa central de cada queixa. Após ouvir todas as partes, é indispensável estudar as informações obtidas de forma imparcial. Identifique possíveis mal-entendidos ou ruídos na comunicação entre as partes.

2. Negociação

Neste estágio da resolução de conflitos, as partes devem encontrar possíveis soluções para o desentendimento em conjunto. Após escutar o relato dos envolvidos separadamente, o mediador precisa convocar uma reunião geral para esclarecer o que foi indicado como problema.

No decorrer da reunião, é fundamental manter o clima amigável e evitar que surjam novos atritos. Nesse momento, o diálogo franco deve ser respeitado e todos devem trabalhar para resolver a questão colaborativamente. Isso pode significar que cada uma das partes tenha que ceder em determinados momentos da discussão, a fim de preservar a convivência harmoniosa.

3. Resolução

Na penúltima etapa, o mediador deverá guiar os envolvidos na criação de propostas de solução de forma inclusiva, respeitando todos os lados. É claro que cada uma das partes terá que ceder em algum aspecto. Caso isso aconteça, é necessário garantir que os envolvidos estejam cientes e comprometidos, para que não haja divergências.

4. Acompanhamento

Após a mediação de conflitos, é hora de colocar as soluções em prática. Mas o trabalho do gestor de conflitos não para por aí. É necessário realizar um acompanhamento regular, monitorando as possíveis consequências — positivas ou negativas — do conflito e sua evolução, além de verificar se as propostas estão sendo cumpridas.

Essas são as principais etapas para uma resolução de conflitos em condomínios eficiente. Porém, é importante destacar que todos os envolvidos na situação precisam se comprometer a trabalhar juntos para resolver o problema. Caso contrário, o plano de resolução não surtirá efeitos e a harmonia entre os residentes permanecerá prejudicada.

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